terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Falando em buquê (parte 2)...



Voltando a nossa história do buquê...



Decidido o estilo do buquê, faltava ainda decidir o que fazer na hora do buquê: jogar o oficial, uma replica, um boneco de Santo Antônio – ou vários, um boneco de cupido, de sapo, um buquê de pimentas...enfim , possibilidades não faltavam. E há quem pense que vida de noiva é fácil...rs

Resolvi ser tradicional, bem tradicional mesmo: jogar o buquê oficial era a minha decisão. Entregar um elemento tão significativo para a noiva se tornava importante para mim naquele momento.

A todas as mulheres que vinham se despedir de mim na festa eu disparava no instante:” eu vou jogar o buquê daqui a pouco, se eu fosse você não perdia, pois eu costumo dar sorte...rs” Funcionou com várias, acreditem.

Lá pelas 03:30 da manhã o cerimonialista me avisou: está na hora de jogar o buquê. O Dj de pronto colocou o “hino das solteiras”, ao som de Single Ladies, da Beyo,nce a mulherada começou a se juntar na pista para saber “quem seria a próxima a casar”.

Descobri que a maioria queria tentar a tática que desenvolvi e contei aqui no blog: ficar bem na frete. Foi quando eu preparada para jogar o buquê olho para minha madrinha casada Maiana Ely Nos que me diz “joga com bastante força para dar confusão...rs”. Joguei com tanta força que o buquê foi parar na última fila de mulheres (eu mesma acabei com minha teoria). A felizarda foi a Greice, uma lindona e amada que conheci no casamento e que namora o nosso amigo Tiago Loeblein (que foi até intimado no discurso). 








As histórias do buquê não acabam por aqui. O noivo também reivindicou espaço e queria jogar alguma coisa aos solteiros. Decidiu por um sapo de pelúcia, o símbolo da sorte, a nossa música. Os homens arrasaram, todos queriam “faturar” o sapo. O felizardo foi o Diego, outra pessoa fantástica que conhecemos no casamento, namorado da Mari Schmitt, uma das responsáveis pelo meu visual no casamento, e que não desgrudou do mimo pelo resto da noite. 






A hora do buquê é sempre divertida, e a nossa teve muita história para contar.



Um super beijo



Josi

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